quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Antes que agosto se vá: aos papais com carinho!

Não poderia deixar de fazer uma postagem no mês dos pais (já que não fiz no dia dos pais).

Agosto foi de fato um mês que agregou muitos valores no meu conceito e visão de paternidade.

Tenho um compadre que diz: “Dia dos pais é muito sem graça! Na escolinha da minha filha tem tudo para as mães e nada para os pais...é uma meia, um lenço e olhe lá!”

E não tiro a razão dele.

Pai é sempre o coadjunvante....

Mas, como disse no início, o mês de agosto provou que não é bem assim, e aprendi muito com uma comunidade de pais que veio para mostrar que eles podem fazer de tudo, bem como as mamães.

Entendo perfeitamente que há um grande número de mães solteiras e pais ausentes.

Mas, precisamos também mostrar o outro lado da moeda. Mesmo que seja a minoria (ainda) porém, uma minoria com um desejo enorme de fazer a diferença e servir de exemplo, convidando cada vez mais pais para fazerem parte deste time.

Sim! Há pais solteiros que criam não só um como vários filhos sozinhos...

Sim! Há homens que sonham em se tornarem pais....

Sim! Há pais que não abrem mão de estarem presentes na vida de seus filhos mesmo que tenham se separado das mamães.

Você pode perguntar ironicamente: “onde encontro este ser encantado”?

Bom, não vou ser nada modesta ao afirmar que tenho um papai destes aqui dentro de casa e não só eu, como a Iasmin nos orgulhamos muito dele.
Papai Diego fala para a Revista Canguru sobre o evento "Papo de Pai"


Mas, em agosto tivemos o privilégio de conhecer e conviver com vários papais assim.

Sim! Há papais blogueiros também...

E não somos concorrentes, pelo contrário, nos tornamos grandes amigos a partir do momento que o bem estar de nossos filhos e de todas as crianças que nos rodeiam torna-se o denominador comum de nossos blogs e de nossas vidas.

Assim, como vocês já sabem, conheci o Bruno Santiago que está no comando da comunidade “Pai tem que fazer de tudo” e vem formando um legado de pais que defendem que não podem terceirizar a educação dos filhos.

Bruno e eu
E depois dele fui conhecendo vários com depoimentos emocionantes que pude presenciar no primeiro Papo de Pai, promovido pela revista Canguru e no 1° Encontro Pai tem que fazer de Tudo.

Não são pais que ajudam! São pais que cuidam e reivindicam o protagonismo na criação dos filhos.
E isso é a coisa mais linda de se ver!

Sim! Eles existem, não é um conto de fadas e são muito melhores do que super-heróis...

Mulheres! Repito:

“Mesmo que você seja uma ótima mãe, a figura masculina é imprescindível para garantir a autoconfiança e o desenvolvimento social dos pequenos”.

O papel do pai é fundamental para o desenvolvimento de nossos filhos!

Por fim, gostaria de frisar a minha mensagem usada no dia dos pais, atrasada, mas, se todo dia é dia das mães, todo dia é dia dos pais também:

“A mais importante herança que os pais podem deixar para seus filhos são todos os momentos que eles vivem juntos… O que sobra, além disso, são coisas meramente materiais e perecíveis, que o tempo vai se encarregar de consumir… Os filhos esquecem aquele presente caríssimo, mas nunca de um abraço sincero, de um elogio verdadeiro, das brincadeiras alegres, das refeições em família. Porém, acima de qualquer outra coisa, eles nunca vão esquecer-se de todos os seus exemplos como HOMEM/MULHER, como PAI/MÃE, como CIDADÃO(Ã), e principalmente como SER-HUMANO! Seus exemplos são a maior fortuna que seus filhos vão herdar pra viverem neste mundo! “PAIS SÃO ARCOS, FILHOS SÃO FLECHAS!”(autor desconhecido).

Feliz dia dos pais! Em especial ao Diego, meu amor e papai da Iasmin, ao Bruno e a todos os papais que fazem a diferença na vida de seus filhos.


Com carinho!


sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Uma amizade de aprendizado

Não poderia encerrar esta semana sem contar sobre uma experiência única que tivemos (Naty e eu com os nossos respectivos blogs e representando o Conecta Mães BH) ao visitarmos e conhecermos o Projeto Assistencial Novo Céu em Contagem – MG.

A instituição que está completando 25 anos acolhe em regime de abrigo, crianças, adolescentes e adultos com paralisia cerebral, em situação de vulnerabilidade social. 

Se tem uma lição que já aprendi nesta minha aventura como blogueira é que este caminho se resume em aprendizados constantes ou, até diria amizades de aprendizados.

E assim, recebemos o convite da Tatty Nunes do Blog Mãe de Primeira Viagem para conhecermos uma campanha de financiamento coletivo de um livro sobre uma garotinha com paralisia cerebral em prol do Novo Céu.

Foi amor à primeira vista e é impossível não querer abraçar a causa e ajudar de alguma forma.
Eu particularmente, mesmo já acostumada e envolvida em questões sociais desde cedo (lembram-se do Projeto Smiles?) tive que me segurar para não deixar as lágrimas caírem.

Recebemos alguns informes sobre a história de todo trabalho ali realizado e tivemos conhecimento que duas crianças eram moradoras recém-chegadas, sendo uma delas, uma garotinha de apenas 7 meses.

O local definitivamente nos faz sentir em casa, mas ao chegarmos à porta do primeiro quarto, mesmo antes de avistar todas as crianças, um arrepio surpreendeu-me da cabeça aos pés.

A mais nova moradora estava sendo acariciada pela cuidadora logo na entrada. Com olhar esperto e curioso, percebeu que havia chegado visitas. Todas nós nos rendemos aos seus encantos únicos e especiais e para minha surpresa e emoção, seu nome é simplesmente Iasmin, uma linda flor como a que tenho aqui em casa.

Como não chorar?

E a partir das histórias de vida como a da Iasmin e de tantas outras crianças com paralisia cerebral, que surgiu o livro “Tony e Nina - Uma história de afeto”.

Nina é uma menina que anda com a ajuda de uma cadeira de rodas e faz tratamento médico, em função de uma paralisia cerebral. Ela conhece Antônio, o Tony, de 9 anos, e os dois logo começam uma amizade muito especial por ser cheia de aprendizado e descobertas. A história dessas duas crianças, que se encontraram nas suas semelhanças e diferenças, é contada pela escritora Marismar Borém e ilustrada pelo Leonardo Barros no livro.

Para criar a Nina, a autora se inspirou nas crianças do Novo Céu. A instituição queria contar essa história de uma forma alegre e envolvente e foi aí que encontrou a Educore, um grupo de autores, educadores, pais e entusiastas da infância que trabalham em prol da educação de qualidade por meio da formação moral e ética das crianças.

O livro “Tony e Nina - Uma história de afeto”, que leva o selo Pedagogicamente Responsável da Educore, é fruto dessa parceria inédita e para que ele se torne realidade está sendo lançada uma campanha de financiamento coletivo, na qual fomos convidadas a conhecer e compartilhar com vocês.

Como contribuir:

Para colaborar com a produção do livro é só acessar a plataforma infanciar.juntos.com.vc/novoceu e escolher a melhor forma de apoio. Em cada faixa de valor doado são oferecidas diversas recompensas. Você também pode ajudar divulgando a campanha. O financiamento vai viabilizar a produção e impressão de três mil exemplares, que vão contribuir para uma educação mais cidadã de milhares de crianças. Além disso, toda a venda da obra será revertida para a manutenção da casa e melhorias na infraestrutura.

Por toda Nina ou Iasmin que encontramos por aí, sem sombra de dúvidas é uma campanha que vale a pena ajudar.

Colabore, compartilhe, faça uma visita a estas crianças. 

A amizade de aprendizado que elas nos possibilitam valerá para o resto de nossas vidas.



sexta-feira, 5 de agosto de 2016

E Lá se foram às férias outra vez e definitivamente chegamos ao “terrible twos”

Foto pessoal: Mamãe estou crescendo né?!
Tem uma semana que as aulas retornaram e eu não conseguia sentar para colocar o blog em dia.

Até que comparando esta mesma postagem com o ano passado, só estou dois dias atrasada. Ufa, menos mal!

A nossa programação foi bem parecida também: encerramos o semestre com a festa junina da escolinha, passeamos muito na casa da bisavó, no lugar de um peixinho agora temos a Melissa Dog, nos divertimos muito com o papai, brincamos de tinta de novo, fizemos cabaninha com direito a festa do pijama (veja o vídeo no final)e só não rolou a colônia de férias com os primos outra vez, pois, estão todos virando “aborrecentes”.

Porém, nem tudo são flores e estas férias coincidiram com o “terrible twos” ou adolescência do bebê e, ao contrário do ano passado, desta vez os meus cabelos ficaram em pé.
Iasmin berra e esperneia a qualquer e menor contrariedade. Para cada dez palavras que ela diz vinte são “nãos”. Resiste em seguir qualquer orientação, mesmo a gente avisando mil vezes que ela pode se machucar, por exemplo, e, ela acaba se machucando. Não atende aos pedidos e parece ser sempre do contra.

Completando o desespero da mamãe aqui que nunca sabe se está agindo da forma correta ou errada, não consegui realizar o desfralde e nos livrarmos da bendita chupeta (que eram planos que na minha cabeça, seria um sucesso durante as férias, só que não! E tudo que foi planejado, passou longe de ser colocado em prática).

A baixinha nervosa daqui de casa, ainda está com medo de tudo. Fomos a um aniversário que tinha a Galinha Pintadinha e vocês não imaginam o filme de terror que foi... Sem contar o medo das princesas, de mascaras, de circo, palhaço e assim vai.

Às vezes volta a falar em “bebenes” ou pede colo toda hora (quem entende?). 

Fica papai e mamãe nervosos, Iasmin estressada, Melissa latindo, vovó dando só palpite errado. Resumindo: um verdadeiro caos!

Confesso e, que atire a primeira pedra a mãe que nunca deu “Graças a Deus” quando as aulas voltaram (mas que também sentem saudades quando os filhos estão longe, rsrsrsrs).

Iasmin nem estranhou a volta para a escolinha e o meu consolo é que muitas outras mães que passaram pelo mesmo disseram que lá para os dois anos e oito meses a calmaria vai voltando outra vez.

“Jesus, Maria e José!” Faltam quatro meses ainda! Força na peruca!

Brincadeiras a parte, é só uma fase e como todas as outras, vai passar.

Imagem da Internet
De fato, parece tanto com a adolescência que ao mesmo tempo em que ela se comporta como um vulcão em erupção, ela muda e vem como uma leve brisa, abraçando, enchendo de beijos, dizendo que ama ou pedindo desculpas para, daqui cinco minutos começar tudo outra vez.

Não vou dar receita de bolo de como agir (no Google há um milhão delas), pois, mesmo isso sendo comum nesta idade, cada criança é de um jeito e cada adulto age de uma forma.

[Dizem que eu na idade da Iasmin corria o quintal inteiro para cada colherada de comida. Se eu fosse a minha mãe, já tinha me enforcado...(risos), tá vendo?! Minha mãe aguentou firme e forte, e hoje estou aqui.]

Vou testando com ações que para alguns podem ser corretas e para outros podem ser erradas (desde colocar de castigo, conversar olhando nos olhos, dar uns gritos, fingir que está dormindo, fingir que está chorando também... nossa, a lista é interminável e depois que passa chega a ser cômica).

Por isso, acredito que cada um deve descobrir por si só a melhor maneira de ensinar e educar e na dúvida, procurar um especialista ou orientação médica.

Não sei se já comentei aqui, mas, certa vez ouvi a frase “não quero filhos, pois, educar dá muito trabalho”.

E como dá!

Se não quer ter trabalho, definitivamente não tenha filhos. Pois, este é o único trabalho que você carrega consigo para o resto de sua vida, independente de seus filhos crescerem, se mudarem ou se tornarem ingratos.

Acompanhei um ente querido em uma sessão de quimioterapia na última segunda-feira e pude ver de perto crianças realizando o mesmo tratamento.

Foi aquele momento em que você engole seco, respira fundo e quando chega em casa abraça o seu filho de forma que parece que não vai soltar nunca mais.

Iasmin - A levada da breca!
Apenas diz baixinho: “dê o trabalho que for meu filho, mas, esteja sempre saudável”.

(Assunto para outro post)

Nossas férias foram ruins ou piores pelo fato da Iasmin estar na crise dos dois anos?

De forma alguma!

Foram cansativas, mas únicas!

Que nunca mais teremos iguais.

Iasmin está se descobrindo, está formando as suas opiniões, seus desejos e a sua personalidade.
Pergunta “o que é isso aqui” mil vezes. Quer se vestir ou colocar os sapatos sozinha mesmo sem ainda fazer com perfeição. Chora se não consegue, chora se tentamos ajudar.

Como chora!

Mas, vai passar e este é o caminho natural da vida.

E eu que fiquei com muito mais cabelos brancos nestes últimos dias, com as olheiras de um urso panda e com a paciência de Jó, já estou com saudades de ter a minha pequena o dia inteiro só para mim.

Entende?

Não!

Afinal, “Pois é Sou Mãe”, ser mãe é isso e só quem é entende!

Até o próximo post.

Cenas das nossas férias - Fotos e videos Pessoais


quarta-feira, 20 de julho de 2016

E no dia do amigo: Pois é Sou Mãe de novo!

Nossa Melissa - Foto By Mamãe
Não é surpresa, pois, não me contive e já postei algumas fotos da minha mais nova herdeira.

Melissa Dog (nome escolhido pela Iasmin) chegou para alegrar a nossa família em um momento crucial.

Completamos exatamente três anos sem um cachorro aqui em casa desde que a Raica se foi.

A Raica veio para a gente em uma batalha da vida triste, mas, infelizmente muito comum entre maternidade x ter um cachorro.

Seus antigos donos ficaram grávidos e iriam abandoná-la na estrada. Meu primo mais do que depressa a pegou e trouxe para mim sem sequer perguntar minha opinião.

E nem precisava, foi amor à primeira vista.

Antes dela tivemos a Tuquinha, que também veio em uma fase impar da minha vida que foi durante a doença do meu pai.

Tuquinha alegrou a nossa vida por longos 10 anos e nunca mais eu consegui viver sem um cão.
Já estava sofrendo de crises de abstinência de tanta falta que estava sentindo de um melhor amigo, ou melhor, amiga (pois, sempre tivemos fêmeas).

Por mim, já tinha um cão desde a gestação para que ele fosse crescendo junto com a Iasmin.

Mas fomos enrolando, enrolando até que Melissa chegou no momento certo.

Estou em casa e posso lhe dar mais atenção, Iasmin está de férias e na terrível crise dos dois anos que
parece durar uma eternidade, minha mãe sempre depressiva e contra um cachorro já se rendeu aos encantos da nossa nova pequena e acredito fielmente que será um ótimo remédio para ela (pois, cachorros curam até a alma) e o papai é 100% paz e amor, sempre me acompanhou nas minhas ideias malucas.

Embora, ter um cão está longe de ser uma ideia maluca (desde que se tenha responsabilidade) e acho que tinha que ser obrigatório para todo ser humano que deseja ser um humano melhor.

Como se não bastasse Melissa chegou em um dia em que a revolta tomou conta do meu eu interior.

Explico: era um lindo sábado onde fomos para a natação como de costume e em seguida fomos buscar a Melissa. Chegamos em casa e ela foi a atração do dia. Iasmin não queria sair de perto.

A noite tínhamos ECC (Encontro de Casais com Cristo) e pouco antes de sairmos, fomos surpreendidos por um barulho infernal de cães brigando. Era tão assustador que pensei que estivessem atacando alguém.

Para a nossa surpresa era o meu vizinho oferecendo aos seus dois cachorros um gato de banquete.

Que cães e gatos se atacam tudo bem e entendo perfeitamente que faz parte de suas respectivas naturezas. Mas daí um homem incitar a violência para aos seus animais de estimação e ter coragem de tamanha crueldade é revoltante.

Não é a raça, é como você cria.
Para mim, não existe uma raça mais perigosa do que a outra e sim um ser que ensina cães virarem verdadeiros assassinos. E no último sábado tivemos uma prova real disso.

Assustada com o ocorrido, enquanto o papai distraia Iasmin e Melissa que também se apavoraram com os latidos e gritos eu ligava para diversas pessoas buscando por ajuda.

Por mais que maus tratos a animais seja crime, não obtive sucesso na ligação para o 181 que me orientou chamar a policia na tentativa de dar o flagrante (caso alguma viatura tivesse a boa vontade de vir) uma vez que o acusado ao sumir com o gato que já estava morto poderia negar a acusação e eu não haveriam provas para incriminá-lo.

Como assim gente?

De fato não filmei o ato. Mas, mesmo tendo fotos dos cães e do gato morto que ficou exposto até o dia seguinte para quem quisesse ver como se fosse um troféu da tamanha ignorância humana, não era suficiente.

Fiquei e estou arrasada.

Postei na minha rede social pessoal. Tive diversos comentários, compartilhamentos, abri protocolo no site da PMMG e, até agora nada.

A certeza da impunidade é o que mais entristece.

Afinal, como fiz questão de postar recentemente, ''quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante.'' (Albert Schweitzer)

É isso que falta para a humanidade, é isso que quero ensinar para a Iasmin.

“A vida é valor absoluto. Não existe vida menor ou maior, inferior ou superior. Engana-se quem mata ou subjuga um animal por julgá-lo um ser inferior. Diante da consciência que abriga a essência da vida, o crime é o mesmo.'' (Olympia Salete)

Melissa será e já é o nosso anjo de quatro patas.

Chegou quando a saudade da Raica mais apertava, chegou quando Iasmin precisa justamente de começar a ter mais disciplina e a respeitar o próximo seja ele quem for (e cuidado dela com o filhote está incrível, cenas dos próximos capítulos) chegou para adoçar a amargura da minha mãe, chegou para me fazer ter mais coragem em denunciar os maus tratos a animais bem como as injustiças da vida, chegou para completar a nossa família.

Ah! Hoje ainda é o dia do amigo. E sem dúvida nenhuma o melhor amigo do homem ainda é o cachorro.

Por fim, “olhe no fundo dos olhos de um animal e, por um momento, troque de lugar com ele. A vida dele se tornará tão preciosa quanto a sua e você se tornará tão vulnerável quanto ele. Agora sorria, se você acredita que todos os animais merecem nosso respeito e nossa proteção, pois em determinado ponto eles são nós e nós somos eles.'' (Philip Ochoa)

E o olhar da Melissa já diz tudo (e é claro que eu já fiz o seu primeiro ensaio rssrsrsr). Que seja a melhor amiga da Iasmin.

Até o próximo post e que eu possa contar muito ainda sobre esta linda amizade que está apenas começando.

Iasmin e Melissa - Fotos by Mamãe









terça-feira, 12 de julho de 2016

1° Piquenique Conecta Kids

Vocês conhecem a minha paixão por fotografias não é mesmo?

Porém desta vez, preciso fazer um relato pessoal sobre um momento que ficará para sempre em minha memória e em meu coração.

Pela primeira vez, tirar fotos me trouxe uma reação ou sensação diferente.

Já fiz alguns trabalhos emocionantes, mas, consegui fingir ser fotógrafa de verdade e conter a emoção (só finjo mesmo, pois, fotógrafa profissional eu não sou!).

Não dizem por ai que na hora do trabalho devemos saber separar a emoção da razão?

Acho que não (risos) e, no último domingo esta teoria caiu por terra.

Pela primeira vez em minha vida, ao tentar tirar fotos às lágrimas saiam dos meus olhos sem que eu pudesse evitar.

Acho que não estava acreditando no que eu estava vendo ou vivendo e graças a Deus, a Erodiana Naves estava lá para fazer as fotos oficiais do evento, pois eu, desta vez não dei conta do recado.

Refiro-me ao 1° Conecta Kids que realizamos neste final de semana através do grupo Conecta Mães BH.

O Conecta vai completar quatro meses e acho que desde o seu nascimento este foi o evento que de fato mostrou o que somos ou desejamos ser.

Afinal, este grupo foi criado com o propósito de permitir que mães fiquem mais próximas de seus filhos e no domingo, este objetivo foi finalmente colocado em prática.

Já realizamos dois encontros Conecta Mães BH, mas estar na presença de tantas crianças foi completamente diferente.

A magia foi diferente!

A energia (positiva) foi diferente!

A emoção foi diferente!

Estava comentando com minha parceira Natália depois que voltamos: criança é pura, sincera e verdadeira e acredito que por isso este piquenique foi tão especial.

Tentar registrar ou eternizar as suas carinhas de felicidade, suas palmas ou gargalhadas ao, por exemplo, tentar fazer a Dança da Cutia que no final fica toda torta, que foi cantada e tocada pela Marielle Brasil e Isis Balbino da Mabra Cultural não tem preço!

Momentos da apresentação da Mabra Cultural
Ver a concentração não só dos pequenos, mas, de toda a família ao tentar fazer um origami ensinado com muito carinho pela linda Isabela e sua mãe Eloiza da Arte e Dobradura, ambas com um astral sensacional e rir muito ao ver um garotinho “toquinho de gente” dizer que queria fazer um helicóptero (afs... fica para a próxima!).

Oficina de origami com Arte e dobradura
A delicadeza em cada pinturinha feita pela Brinquedoplay nos bracinhos e rostinhos da garotada que esbanjava imaginação ao escolher os seus desenhos e saiam saltitantes de felicidade, dizendo que não iam nem tomar banho para não apagar aquela obra de arte (Ráh!).

Oficina de pinturinha com a BrinquedoPlay

Agora, arrepios múltiplos de emoção!

Se o Conecta é um grupo que defende o empreendedorismo materno para que mães fiquem mais próximas de seus pequenos, como descrever a Tia Jú com o papai Isaac trabalhando em família, com seus filhos Francisco e Tereza assistindo e contribuindo para a apresentação da Cia Pé de Moleque?

Não tem como descrever.

O encanto deste momento é por si só um alto retrato perfeito do que o Conecta Mães BH deseja ser quando crescer.

Apresentação da Cia Pé de Moleque em família.

Trabalhar com aquilo que gostamos e perto daqueles que amamos!

Há inspiração maior?

E por fim, me volta na memória (se alguém filmou este momento, por favor, nos envie) o coral perfeito e sincronizado de crianças, mamães, papais, titios e vovós, cantando juntos e sem ensaio a música “Alecrim Dourado”.

Coisa mais linda de se ver...

Melhor parar por aqui ou vou derramar o mar todo pelos olhos, pois, uma lágrima danadinha, já conseguiu escapulir sem eu perceber outra vez (hehehehe).

Gratidão!

Esta é a palavra que resume uma manhã de domingo perfeito.

Gratidão aos parceiros que nos deram um voto de confiança e agora são nossos amigos e companheiros de caminhada (há uma longa estrada pela frente para que o Conecta continue firme em seus objetivos).

Gratidão a cada família que aceitou tirar um pedacinho de seu domingo para estar conosco permitindo que a nossa festa fosse tão maravilhosa.

Tudo isso prova que #juntassomosmais e capazes do imaginável.

Este é o Conecta Mães BH e assim foi o nosso 1° Piquenique Conecta Kids.

Que venham os próximos....

E daqui a pouco postarei na página do Conecta Mães BH as fotos que consegui tirar (curtam a gente lá também).

Com carinho;
Rúbia.

#juntossomosmais

segunda-feira, 11 de julho de 2016

2° Arraiá da Iasmin: Para cantar, dançar e se encantar!

Que nossa pequena está crescendo já não resta mais dúvidas.
Mas, neste último sábado ficamos boquiabertos com a sua evolução ao participarmos do 2° Arraiá em sua escolinha.
Ainda bem que fotos não mentem e, quando comparamos os registros da primeira festa junina com os atuais, fica claro que o tempo não é nem um pouco nosso amigo e corre na velocidade da luz.
Iasmin nos surpreendeu mais uma vez!
Pulou, cantou, dançou e como rebolou (afs!).
Sabia toda a coreografia e tinha as músicas ao pé da letra.
A escolinha como sempre nos encanta, sem palavras para agradecer todo o cuidado e zelo não somente com nossa filha e todas as crianças que estudam ali, mas, também o carinho em preparar uma festa tão linda pensando em cada detalhe.
O tema da vez foi “Coisas de Minas”, com direito a fogão de lenha, bule, panela de pedra, queijo e a participação da Cia Pé de Moleque que fez uma linda apresentação com os pequeninos.
Como não amar?
Um fim de sema mágico que tivemos e que deixou novamente o gostinho de quero mais!
Arrepios múltiplos ao lembrar todas as emoções que vivemos nas últimas 48 horas.
Momentos únicos que fazem a vida valer a pena.
Ainda tenho muito que contar para vocês....
Em breve, no próximo post!
Fotos By Mamãe














Cia Pé de Moleque

terça-feira, 5 de julho de 2016

II Encontro Conecta Mães BH

Agora sim, acordamos de um sonho lindo e nos demos conta do quanto o último sábado foi perfeito.

Passar à tarde com diversas mulheres de garra, conhecer um pouco mais da história de cada uma, dar boas gargalhadas, se emocionar e principalmente ter a certeza de juntas somos capazes do impossível, não tem preço! 

Assim foi o II Encontro do Conecta Mães BH e confesso, superou até as nossas expectativas pessoais.

Um grupo que ainda não completou quatro meses de existência, sem dúvida nenhuma está escrevendo uma belíssima história.

A cada nova conectada que conhecemos ou que pede para participar do grupo, temos a certeza de que estamos no caminho certo.

Mulheres que vieram para somar, que se doam, que fazem o possível e o impossível com amor e carinho, sem a cobrança do retorno, sem o ar de competição, sem querer ser melhor do que as demais .
E este é o maior diferencial do nosso grupo.

Sim!

A união faz a força!

Nos ajudamos, nos consolamos, nos reerguemos quantas vezes forem necessárias para alcançarmos o sucesso coletivo.

Seu sucesso é o meu sucesso e assim crescemos juntas.

Quem não acredita nesta ideologia está no grupo errado, e as poucas que pensavam de outra forma já não nos acompanham tanto nesta longa e árdua caminhada.

Ninguém disse que seria fácil e quer saber?

Tudo que vem fácil vai fácil!

Somos mulheres que não temos medo do desafio e superá-lo, é o maior gosto da vitória.

Que honra poder eternizar um momento tão rico como o do último sábado em simples fotos que ficarão para sempre em nossas memórias.

Notem: foi apenas o segundo encontro, de muitos que ainda estão por vir.

Vejam a magnitude disso tudo!

Imaginem as surpresas que a vida ainda nos reserva?

Não poderia deixar de agradecer a cada uma que depositou o seu voto de confiança em nós. Desde as palestrantes maravilhosas, as que fizeram e horaram as suas inscrições, as que expuseram os seus lindos trabalhos, aos parceiros que nos doaram brindes, serviços ou cederam o espaço como o Centro Universitário UNA- Campus Linha Verde, aos maridos que ficaram com os nossos filhos e que nos incentivam a seguir em frente com este grupo seleto. 

Gratidão é a palavra da vez!

E pode apostar que ainda tem muito mais por vir.

Inclusive não poderia encerrar sem reforçar o convite para o nosso 1° Piquenique Conecta Kids. 

Momento para comemorarmos em família o sucesso do Conecta Mães BH.

Vai ser lindo!

E seguindo a linha dos objetivos principais deste grupo: tudo em prol do bem estar de nossos filhos.
Para que sejamos mães mais realizadas e consequentemente mais presentes.

Que a nossa alegria e autoestima se espalhe por toda a nossa família.

Uma mulher feliz, realizada, confiante é capaz de mover o seu lar.

Mais mulheres unidas e com as mesmas características e determinações, são capazes de moverem o mundo!

#juntassomosmais

E que orgulho, fazer parte deste grupo!












Texto e fotos de Rúbia Lisboa.
Em breve todas na fanpage do Conecta Mães BH.
Até o próximo post.