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quinta-feira, 10 de julho de 2014

Pois é: Lá se foi à primeira Copa do Mundo da Iasmin (e de todas as crianças brasileiras)

Não foi desta vez que a Iasmin viu o Brasil ser Campeão. Mas, para a minha sorte ela ainda não entende estas coisas.

A eliminação da Seleção Brasileira por 7 a 1 pela a Alemanha está repercutindo como o maior vexame da história do Mundial e deixou as nossas crianças inconsoláveis.

Diversos jornais, sites e revistas, publicaram imagens dos pequeninos aos prantos ao presenciarem a goleada aqui em nossa casa (Mineirão/BH).

Por mais que se fale que "o que vale é competir", todo mundo quer mesmo é ganhar. Porém, o importante é que a criança entenda que o jogo pode levar a derrotas e frustrações mesmo.

Para especialistas, é essencial que os pais e cuidadores ajudem meninos e meninas a darem um novo significado ao placar negativo, oferecendo-lhes a expectativa da esperança e explicando-lhes que outras Copas virão e poderão ser vencidas.

Conversar com a criança ajudando-a entender que ninguém consegue ganhar sempre e que perder é natural, é de fundamental importância para que ela não desista e tenha determinação em outras questões de sua vida.

A dica é dizer que:
  • ·    Perder é chato, mas que isso não significa que ela vá perder sempre, e que ela pode pensar em uma estratégia para ganhar da próxima vez.
  • ·         Explicar que adultos também perdem, mas que com o tempo aprendem a lidar com isso. Você pode contar alguma situação real em que você perdeu ou que as coisas não saíram como você imaginava.
  • ·         Falar que ninguém é perfeito e que todos nós temos facilidades em algumas coisas e dificuldades em outras.

Saber ganhar também é preciso. A criança tem que curtir sua vitória, claro, mas sempre respeitando o adversário - principalmente aqueles que não lidam bem com a derrota -, pois da próxima vez ela é quem pode perder.

Por fim, ajude seu filho a nomear o que sente. A família deve conduzir a criança a dar nomes para as sensações e só assim ela entenderá os sentimentos. Dê algumas pistas fazendo perguntas como: “Você está triste porque o Brasil perdeu?”, “Está preocupado com alguma coisa?”.

Se ensinarmos nossas crianças saber lidar com as derrotas e frustrações, evitaremos no futuro, jovens que não sabem perder, não sabem ouvir 'não', querem tudo do jeito deles, e acabam se tornando um problema sério para a sociedade.  


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Pois é: Sou Mãe!


Há muito tempo eu não escrevo e hoje me deu uma vontade tremenda de escrever sobre este momento que estou vivendo.


Incrível! 
Porém, de 10 coisas que você escuta 9 são desgraças alheias.
Convenhamos, se a futura mamãe (principalmente se for marinheira de primeira viagem como eu) entrar nessa paranoia, ela não sai de casa e não curte um momento tão mágico em sua vida.
Se gravidez fosse um bicho de sete cabeças a humanidade estaria em extinção!
Eu estou amando cada segundo da gestação e adotei a politica, entra em um ouvido sai no outro - Quem nada me acrescenta também não me faz falta!
Que o mundo está de pernas para o ar, isso já sabemos de cor e salteado. Não preciso ficar sendo lembrada a cada segundo do bebê que foi roubado, do bebê que morreu devido há uma falha médica, da mãe que pariu um elefante ou perdeu o bico do peito e assim vai, para bem pior...
Os erros dos homens não diminuem em nada as taxas de natalidade e sabe se lá quantas crianças no mundo nascem por minuto.
E sabem por que nascem?
Porque depositamos sim, nestes #pequenosdesejos a esperança de ter um futuro melhor.
Na dúvida, revejam o vídeo “Por que trazer uma criança a este mundo?”, que compartilhei de uma amiga na semana passada.

Então é isso, não sou a primeira nem a última mãe da face da Terra. Se todas anteriores a mim conseguiram cumprir esta missão com mérito, (ressalto: vamos esquecer por alguns instantes as que jogam no lixo, abortam e são tudo menos mães) por que eu não darei conta ?????

Ah! Minha magreza não me impede de ter um parto normal! Faço muitos votos para que seja assim. A Rúbia, ou Bia (para os íntimos) que parece frágil, menininha, que não aparenta a idade que tem, é mulher como qualquer outra e ser mãe sempre fez parte do meu destino.

Opiniões alheias, trágicas e pessimistas, estamos dispensando!

Que venha a Iasmin, mais uma mulher para habitar este mundo que carece tanto de amor (inclusive amor próprio, pois, quando nos amamos nada nos abala). 

É o amor que importa, e para a Iasmin nunca vai faltar!


Rúbia Lisboa