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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Estamos de volta!


Imagens da Internet
E lá se vão mais umas férias...

Acabou o que era doce!

Férias definitivamente é doce feito mel!

Quem não gostaria de estar de férias permanentes?

Principalmente quando se tem o ser mais fofo, cheiroso, gostoso, risonho, meigo, inocente dentro de casa, que chamamos de filho.

Em janeiro de 2015 também estava de férias, mas a Iasmin ainda era muito pequena. Adoro as recordações “facebokianas” que me mostraram que justamente há um ano atrás minha princesa estava engatinhando.

Em julho do ano passado aí sim, considerei as minhas primeiras férias oficiais com ela que, já estava maior e inclusive foi quando passou a me chamar de mamãe de verdade.

Agora não foi diferente e grudamos feito chiclete.

A surpresa da vez foi a Iasmin passar a falar frequentemente “Mamãe eu te amo” e aí não há mãe que não se derrete.

Porém, o grude foi ao extremo, ao ponto de ela não querer saber do papai, da vovó e de mais ninguém. Tomar banho para mim passou a ser uma missão impossível, pois, ela berrava na porta do banheiro enquanto eu estava lá dentro.

Literalmente grudava nas minhas pernas e não soltava mais.

As birras também aumentaram neste período e já li sobre uma tal de crise dos dois anos em bebês. Uma espécie de adolescência, mereço?!

Digamos que foi as férias do avesso!

Regras caíram por terra e tudo virava festa.

Sim!

Deixei ela dominar!

Agora, colocar a casa em ordem que serão elas...

Já soube que acordou aos prantos hoje.

Voltar a dormir no horário correto vai ser complicado, acostumar com a rotina da escolinha então, vai ser uma confusão!

Cenas dos próximos capítulos, mas, a gente se acostuma de novo.

Afinal, férias cheias de regras não é férias!

Para o ano que se inicia confesso que não tenho muitas expectativas.

Venho de uma temporada de planos e mais planos que caíram por terra.

O desejo inicial era que a partir de fevereiro deste ano conseguira estar mais perto da minha filha o que a princípio se tornou impossível.

A sensação é de nadar, nadar e morrer na praia.

Então para não me frustrar mais, não terei tantos anseios para o novo ano.

Vamos ver o que a vida reserva para gente. 

Basta saúde e paz que o resto a gente corre atrás!

Os meus 3.0 estão chegando e dizem por aí que com esta idade nasce uma nova mulher.

Que assim seja, amém!

Preciso renascer!

Que venha 2016, que venha os 2 Aninhos da Iasmin, que venha novos desafios, novas lágrimas, risadas, novas histórias...

Nem para mais, nem para menos.

Apenas um Feliz Ano Novo, na medida certa para todos nós!

Até o  próximo post..

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Horário flexível no trabalho: por tempo limitado, mas consegui!

Recentemente compartilhei um link na fanpage do blog que falava sobre o horário flexível no trabalho dizendo que estava muito feliz com este pequeno passo que causaria uma enorme diferença em minha vida pessoal.

Pois é: eu consegui!

Hoje é o meu primeiro dia no novo horário.

Diante da minha novela de conciliar trabalho com as responsabilidades familiares, esta foi à alternativa que minha líder e eu encontramos neste primeiro momento.

Foi pesquisando que descobri que o horário flexível pode ser solicitado por pais e mães com filhos menores de 12 anos, portadores de deficiência ou com doença crônica, independentemente da idade.
Inclusive tem sido uma alternativa para solucionar problemas de atrasos dos funcionários em grandes capitais como São Paulo, por exemplo.

As vantagens vão desde o aumento da produtividade individual, a redução do número de faltas e atrasos, o aumento da capacidade de concentração e diminuição dos acidentes de trabalho, além da diminuição da necessidade de horas extras, devido ao melhor acoplamento dos horários às necessidades de produção.

O meu maridão tem a cada semana um dia em que ele pode trabalhar de casa desde que bata as metas. Não é ótimo?

Sem contar que é uma forma sensacional de motivar funcionários, incentivar e reter os talentos da empresa.

Voltando ao meu caso em especifico, o trato é válido até o final deste ano. Mas não deixa de ser um bom começo.

Não vou sofrer por antecipação e o ano que vem só a Deus pertence. (Diante do cenário econômico que o País se encontra, não podemos fazer planejamentos a longo prazo e por este motivo, o combinado foi temporário).

Vou trabalhar em horário comercial toda segunda e terça-feira. Desta forma, levo a Iasmin para a escolinha e vou direto para o trabalho. Em contrapartida, poderei sair mais cedo e terei mais tempo para curtir minha filha no final do dia, já que nos demais sempre a encontrava dormindo e ficava arrasada por só dedicar à minha pequena pouco mais de uma hora ao longo de um dia inteiro.

Muitas empresas já praticam o horário flexível, porque verificaram que é muito mais importante o cumprimento satisfatório das tarefas do que a observância rígida dos horários de início e término do trabalho.

E é por estas e outras que muitas mães optam por trabalharem de casa, mas como eu ainda não descobri um dom que me gere renda vou me virando do avesso na busca de alternativas que me permitam conciliar a vida profissional com a maternidade.

Estou doida para ler e aceito de presente (risos) o livro Aprendiz de equilibrista: Como ensinar os filhos a conciliar família e carreira de Cecília Russo Troiano. Nele ela diz que mães, em maior ou menor intensidade, quase sempre têm culpa por trabalharem fora. Culpa de não estar o tempo todo com os filhos, de se ausentar de algum evento da escola, etc. Para a autora, a culpa já vem instalada na maternidade, como um “chip”. (olha eu usando as palavras dela, para justificar a minha culpa rsrsrsrs.)

Tá bommmm culpa não!

Mas é mais forte do que eu...buáááááá!

De qualquer forma, sinto-me mais aliviada com estes dois dias que ganhei para ficar mais perto da minha filha e família (afinal, não posso esquecer que tenho um marido que tem sido pai e mãe e preciso zelar por meu casamento também).

Tenho certeza que este pequeno passo já será suficiente para a Iasmin agradecer e eu recuperar as energias para poder seguir em frente por mais algum tempo.

Cenas dos próximos posts...

Até lá!




Fontes:

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Por mais momentos assim!


Fotos pessoais.
Quanto mais a Iasmin cresce mais sinto a necessidade de ficar perto dela e este desejo me consome.

Vocês que têm acompanhado o blog mais de perto sabem o quanto sonho com o momento em que poderei conciliar melhor a maternidade com a vida profissional.

Enquanto isso não acontece, o papai e eu temos investido nos finais de semana e feriados para (sei lá) de alguma forma tentar suprir a minha ausência na vida da pequena.

Pode ser que ela nem sinta tanto assim... Pode ser que sim!

Pode ser que seja muita neura da minha cabeça.... Pode ser que não!

Vai saber?

Se algum psicólogo ler este post e quiser me dar uma sugestão, aceito (risos).

Na dúvida, tento fazer que os finais de semana sejam “eternos” e a segunda-feira sempre começa com o gostinho de quero mais e com o cronometro ligado para que a sexta-feira chegue novamente.

Acho que está funcionando!

Iasmin tem adorado os nossos passeios, quando dorme, sonha de dar gargalhada. Imagino que está lembrando-se do dia incrível que teve ou, com que será que um bebê sonha?

É também não sei! Só sei que tem sido incrível para nós três.

Há certas dificuldades:

São poucas as opções de programas que aceitem crianças menores de três ou quatros anos. Só em dois shoppings aqui de BH foram várias atrações que achamos fantásticas e até gratuitas, mas, que não aceitavam pequeninos na idade da Iasmin.

Restam teatros, musicais com os personagens mais famosos do momento, e outras atrações que como já registrei minha indignação aqui no Blog, possuem preços absurdos inclusive para bebês.

Diante da crise que o País está enfrentando, não dá e nem temos condições de investir em programas mais caros de cultura e lazer.

As alternativas surgem nos parques e praças da cidade, na soverteria do bairro, na piscina de bolinha ou banho de mangueira feito em casa mesmo.

Atitudes simples que conseguem arrancar os mais belos sorrisos e as sinceras demonstrações de afeto em uma família.

Sou tão babona que me emociono ao ver a alegria de minha filha. Esqueço todo o meu sentimento de culpa ao vê-la chamando “mamãe” sem parar e me dando aquele abraço mais gostoso recheado de beijo melado por conta dos dentinhos que estão nascendo.

Dançando sem música, batendo palma e gritando “êêêêê” do nada, talvez apenas para nos mostrar o quanto está feliz.

Foi assim no Dia dos Pais, foi assim no passeio com a Duda, foi assim lavando o carrinho de brinquedo, foi assim no piquenique deste último feriado, com direito a cochilo debaixo da árvore para repor as energias e começar a brincar tudo outra vez.
Lavando o carro da família,rs.

Porque o bom da vida é ser criança!

Por fim, apenas um relato para outra mudança natural que acontece com nós – adultos - após a chegada dos filhos:

Estava preocupada em deixar meus “amigos” de lado após a maternidade. Mas na verdade, você percebe que seu circulo de amizades acaba transformando-se gradativamente em amizades com outras famílias que também possuem filhos.

Não há um afastamento proposital, mas não da para você ficar levando seu filho de apenas um ano em programas de adultos e nem seus amigos vão te chamar mais para todos os lugares que eles frequentam.

Quando você se da conta, suas amizades tornam-se os pais dos coleguinhas de seu filho ou aquele amigo que nem era tão próximo assim, mas, que também teve um bebê por agora e assim vai...

Sempre surgem outras crianças para tornar os dias de seu pequeno (a) mais divertidos e adultos para compartilharem do assunto que agora é o de maior interesse e importância para você: filhos!

Dia dos Pais no Parque
Não rola ficar falando de criança 24 horas com quem não tem uma e nem sair por ai como se também não tivesse uma.

Trata-se de um ciclo natural da vida sem a intenção de dizer que a vida de quem tem filhos é melhor do que a vida de quem não tem.

Ambas têm seus altos e baixos e tratam-se das escolhas feitas por cada um.

Escolhi ser mãe e de fato não está sendo fácil fazer a minha vida girar em torno da maternidade (voltemos ao inicio deste post). Não da para a maternidade, ou melhor, a Iasmin ficar a mercê da minha vida. Do tipo: nas horas vagas eu encaixo a minha filha!

Fiz a minha escolha, não me arrependo e aos poucos ela vai entrando nos eixos.

Não há um modelo perfeito nem um manual de instruções, mas agora, “Pois é: Sou Mãe”!

Os melhores dias do ano para mim têm sido sim os sábados, domingos e feriados e anseio por muito mais deles.

Enquanto não consigo aumentar a minha “cota”, que cada dia, minuto e segundo com a minha filha seja único, verdadeiro e inesquecível. Com gostinho de “bis” e lágrimas nos olhos de emoção.

Prova de que são momentos assim que fazem a vida valer a pena e nos dão força para seguir em frente.


Até o próximo post.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

De volta para a realidade


Foto pessoal: Trabalho x Maternidade
Hoje ao invés de dizer “até mais tarde” tive que dizer “até amanhã minha filha”!

E ai, foram meus olhos que encheram de lágrimas no lugar dela chorar ao ter que ir para a escolinha.

Pois é: minhas férias acabaram e meu coração está despedaçado...

Trabalho desde os meus doze anos de idade e como disse no post anterior foi a primeira vez que eu não senti falta do serviço externo.

Deus realmente escreve certo por linhas tortas, não entendo nada de questões trabalhistas e creio que nos últimos dez anos, foi a primeira vez em que eu tirei férias com trinta dias consecutivos.

Acho que o “Cara” lá de cima falou “vou deixar suas férias de trinta dias só para quando você for mãe”.

Mas ai me sacaneou né?! Fiquei mal acostumada e agora dói e muito para retornar.

Desde o inicio da gravidez tenho pesquisado muito a respeito de mães que trabalham em casa e se tornaram empreendedoras.

Acho um máximo, mas ainda não descobri a minha vocação para a coisa.

Estou estudando e procurando alternativas. Trata-se de um investimento em longo prazo e enquanto não me encontro tenho que continuar trabalhando fora.

A internet pode ser o caminho. O blog ainda não me gera renda, mas, não deixa de ser um meio. Como contei na fanpage para vocês ontem, começo arriscando com vendas virtuais. Vamos ver no que vai dar!

Há mães que tem o dom para o artesanato. Conheci uma que faz bolsas em Florianópolis e tem peças de até R$100. Fazendo uma conta rápida, com poucas vendas ela já conquista o nosso “digno” salário mínimo.

A questão é ser paciente e perseverante (espero que eu consiga ser), mas, para iniciantes tudo é sempre mais difícil.

Li um artigo que diz que no caso da internet o segredo são as parcerias. Porém na pratica, percebi o quanto as pessoas são egoístas.

Na teoria é fácil: você curte ou segue uma pessoa ou página, que curti você também. Vocês trocam figurinhas, um fala do trabalho do outro e juntos conquistam mais visibilidade.

Na internet há espaço para todos, mas as pessoas ignoram aqueles que estão chegando agora. Sente medo de perderem publico. Você pede apoio na divulgação e nem o “não” recebe. Passei por isso na tentativa frustrada do Projeto Smiles.

Penso que se são atitudes para o bem, porque não divulgar, ajudar?

Mas infelizmente nem todos pensam assim.

Para vocês terem uma ideia nem parente apoia ou divulga, quanto mais gente de fora. O caminho é longo meus caros e estou sentindo isso na pele.

Há uma mãe de uma amiguinha da Iasmin (ela saberá que estou falando dela, rs) que vai iniciar o seu blog em breve. E dou a maior força! Quanto mais tivermos oportunidade de trocarmos experiências sobre os nossos filhos, mais teremos sucesso na educação deles, por exemplo. (logo quero contar do blog dela para vocês).

Então deixa eu ir a luta na minha jornada das 11 às 21.

Quando eu voltar Iasmin já estará dormindo e eu só a verei por pouco mais de uma hora amanhã de manhã antes de leva-la para a escola.

E choro novamente hehehehehe...fazer o que né?!

Espero que lá na frente ela entenda a minha ausência e principalmente que essa ausência seja passageira.

Que eu possa contar para vocês que enfim consegui me tornar uma mãe empreendedora ou trabalhar fora em um horário que me permita estar mais próxima da minha filha.

Respira, inspira e não pira!

Força na peruca que vai começar tudo outra vez...

Meu consolo é que mãe é aquele ser de luz, tipo com super poderes que sempre da conta do recado.

Pode demorar, mas eu vou conseguir!

Até o próximo post.











quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Game Over Férias

As férias passaram tão rápidas quem nem postei nada no blog. Já voltei ao batente, Iasmin já está de volta à escolinha e a vida segue outra vez.

Nossa como o tempo voa!

Minha pequena já está engatinhando, está levada da breca, fica em pé sozinha, já tem dois dentinhos, em breve vai andar e daqui dois meses, meu Deus dois meses, fará um aninho!

Se você quer ver o tempo correr torne-se mãe! 

Eu confesso que estou um pouco assustada com a velocidade que as coisas estão acontecendo e já entrei em contradição em um monte de teorias que postei aqui no blog.

Na prática é bem diferente....

Imaginava que seria uma mãe moderninha, sempre arrumada, bonita, que não deixaria de cuidar de mim.

Mas na verdade, nunca mais tive “tesão” por compras pessoais. Sempre que vou ao shopping olho apenas as vitrines infantis e me esqueço da Rúbia mulher, Rúbia esposa. Só compro algo pessoal se está relacionando à Iasmin. Por exemplo: chegou o batizado, preciso de uma roupa nova!

Hoje, 10 meses depois da chegada dela, que me dei de presente duas sapatilhas que estavam na promoção e de tanto minha mãe falar que estou com sapatos horríveis, que meu marido não deixou de comprar as coisas dele, enquanto eu ando um molambo. Afs!

Eu sei! Falei que não tínhamos que deixar de se cuidar da gente, que mulher feia é falta de maquiagem e blá blá blá...Mas não sei o que acontece! Quero aproveitar ao máximo cada minuto com a minha pequena que simplesmente esqueço-me do resto e de mim.

Compartilhei um texto recentemente na fanpage do blog que fala exatamente sobre isso. É de uma mãe contando para a filha o que é ser mãe. E o trecho abaixo foi o que mais me tocou:

“Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida — não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.”

E é bem isso que sinto: hoje sou uma Rúbia totalmente diferente de um ano atrás. Tudo que eu faço, penso, sinto é relacionado à Iasmin. Passei a ter muito mais medo da morte porque quero ver a minha filha crescer. Antes era inconsequente agora, até para atravessar a rua tomo mais cuidado. Resfriado então? Nem pensar! Mãe não tem o direito de ficar doente.

A mais engraçada das minhas mudanças radicais é que dizia convicta que festa de um aninho é bobagem. Que a criança não aproveita nada, nem vai se lembrar depois....e agora não sonho com outra coisa (cenas dos próximos posts).

Mudei também profissionalmente, é pois é! Não em termos de falta de profissionalismo, responsabilidade e comprometimento. Inclusive já trabalho bem perto de casa e isso é um bom começo. Mas mesmo assim, busco mais. Ainda anseio por conseguir conciliar melhor a maternidade com a profissão e o meu horário ainda não me permite isso.

Agora o meu ponto de vista sobre mães que trabalham fora é que só vale a pena se você conseguir se dedicar ao seu filho (a) o mesmo tempo que se dedica ao trabalho. E hoje a sensação que tenho é que não estou conseguindo fazer isso com sucesso (outra contradição: dizia que não ia ficar me culpando, mas mães sempre se culpam). 

O interessante é que convivo com várias mães com filhos de idades próximas a de Iasmin. Duas pediram demissão, outras duas preferiram a babá, e eu estou neste dilema pessoal: não quero tirar da escolinha, pois é gritante a diferença no desenvolvimento da minha pequena, e quero continuar a trabalhar desde que o tempo que eu fico fora de casa seja o mesmo em que ela esta na escola. Porém, querer nem sempre é poder e um dia vou ter que me decidir.

Tenho fé em Deus que vou conseguir. Do contrário, terei que colocar na balança até que ponto vale a pena curtir a minha filha somente nos finais de semana (e a resposta nós já sabemos).

Enfim as férias foram fundamentais para recuperar a energia e o tempo que fiquei longe da minha cria no final do ano. Foram importantes também para eu repensar que ser mãe não é algo que você aperta um botão e faz tudo no automático. Pelo contrário, exige paciência consigo mesma, dedicação total com seu filho e definitivamente nos transforma em novas mulheres.

Eu estou mudando da água para o vinho, mas, ainda não tenho noção de que mulher ou que mãe irei me tornar.

A única certeza que tenho é que quero viver cada minuto como se fosse o último com minha Iasmin, (jargão de mãe) que não sei o dia de amanhã e que o futuro só a Deus pertence.

Então, vamos viver o que 2015 reserva para a gente.

Abraços e até o próximo post.

*Rúbia Lisboa

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Game Over Licença Maternidade

Definitivamente a vida é uma questão de experiências...
Voltar ao batente está sendo mais doloroso do que deixar a pequena na escolinha.
Uma coisa é você estar a um quarteirão dela, outra é estar a quilômetros de distância.
Andar de BRT (novo projeto de mobilidade urbana em BH, no modelo Bus Rapid Transit) é assim, sei lá. Gastei a mesma uma hora de sempre, e não compreendi a matemática que diz que ele comporta 26 passageiros sentados e 51 em pé. No mínimo deveria ser ao contrário não?
As janelas que não abrem me deram um pouco de fobia. Sem contar que passar debaixo de um viaduto depois dos últimos acontecimentos, deixa seu coração batendo a 200 por hora (muito medo!).
Enquanto isso Iasmin segue na escolinha e, realmente parece que sentiu a separação. Na semana que antecedeu o meu retorno ao trabalho, sofreu com intestino preso e agora está “rouquiha da silva”. Não fazia ideia que bebês ficavam roucos e chorei junto com ela nas tentativas de fazer o 'cocô'. Agora ela está se recuperando, e se despede de mim com o mais lindo sorriso que prefiro acreditar que significa: “Vai com Deus mamãe. Eu estou bem. Tenha um ótimo dia no trabalho. Até mais tarde!”.
E assim você cai de paraquedas à antiga rotina. Antiga que virou totalmente desconhecida.
E tem que aprender de novo, tem que se acostumar novamente...
Sair da zona de conforto e seguir em frente mais uma vez.
Respira, inspira, não pira!

É A VIDA!